O que deve considerar

Você está prestes a renegociar sua dívida com o banco? Atenção! Um contrato mal analisado pode te custar muito caro . Juros disfarçados, taxas escondidas e cláusulas abusivas são armadilhas comuns. Imagine perder o dinheiro do aluguel, da academia ou até do seu Celular por causa de um contrato enganoso. Não deixe que isso aconteça!

Quer verificar estas informações no seu documento?

Envie o ficheiro e o SimplificaDoc organiza as principais condições encontradas.

Analisar documento

Como organizar a leitura

Siga este guia para analisar seu contrato de renegociação e proteger suas finanças:

1. Solicite uma cópia do contrato: Peça o contrato completo ANTES de assinar qualquer coisa. Não se deixe pressionar.

2. Verifique seus dados: CPF, nome completo, endereço. Confirme se tudo está correto.

3. Analise o valor total da dívida: Compare com o valor original e veja quanto está pagando em juros. A diferença é justa?

4. Taxas e tarifas: Cuidado com seguros, TACs (Taxa de Abertura de Crédito) e outras tarifas embutidas. São legais? Pesquise!

5. Taxa de juros: Compare a taxa oferecida com a taxa média de mercado. Bancos costumam oferecer taxas mais altas.

6. Cláusulas abusivas: Procure por termos complexos ou condições que te coloquem em desvantagem. Se não entender, questione.

7. Prazo e parcelas: O valor da parcela cabe no seu orçamento? O prazo é razoável? Calcule o impacto no seu fluxo de caixa.

8. Garantias: O banco exige algum bem como garantia (casa, carro)? Avalie o risco de perder esse bem em caso de inadimplência.

9. Documentação: Guarde uma cópia de TUDO! Desde o contrato até os comprovantes de pagamento.

10. Consulte um advogado: Se tiver dúvidas ou encontrar algo suspeito, procure um advogado especialista em direito bancário. Ele pode te ajudar a negociar melhores condições.

Lembre-se: Você tem o direito de negociar! Não aceite a primeira proposta do banco. Use a portabilidade da dívida como ferramenta de barganha. Mostre que você é um Usuário informado e que busca as melhores condições. Se você trabalha CLT, considere usar parte do FGTS para quitar ou amortizar a dívida. Em último caso, procure o Procon ou a Justiça. Se precisar autenticar algum documento, procure um Cartório.